BRUXO REGINALDO
BRUXO REGINALDO Fazemos e desfazemos qualquer tipo de trabalho espiritual não importa o seu problema tenho certeza que juntos acharemos uma solução para o seu problema consultas com hora marcada através de búzios cartas ciganas  telefones de contato  TEL FIXO   011-5513-6064 OU 11-3492-0169 VÍDEO AULAS APRENDA A FAZER SIMPATIAS  BRUXARIAS RITUAIS PARA TUDO E PARA TODOS OS FINS COMFIRA NO LINK ABAIXO
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS VOLTAR PRÓXIMA HOME
                         Etun ( galinha de Angola) A       galinha-d'angola       (Numida       meleagris),       também conhecida       por       guiné,       galinha-do-mato,       capote, capota,sakué,   pintada   ou   fraca   é   uma   ave   da   ordem   dos Galliformes,   originária   da   África   e   introduzida   no   Brasil pelos    colonizadores    portugueses,    que    a    trouxeram    da África Ocidental. No     Brasil,     a     ave     é     conhecida     por     vários     nomes, dependendo   da   região,   sendo   chamada   de   cocá,   tô   fraco ou angolista, ou ainda, erroneamente, de galinhola. As    aves    ficam    nervosas    facilmente.    São    extremamente    agitadas,    muitas    vezes chegando   ao   stress.   São   aves   de   bando:   vivem   em   bandos,   locomovem-se   em   bandos e precisam do bando para se reproduzir, pois só assim sentem estímulo para   o   acasalamento.   E,   como   grupo,   são   organizadas.   Cada   grupo   tem   seu   líder,   o que   é   fácil   de   constatar   no   momento   em   que   se   alimentam:   o   líder   vigia   enquanto   seus companheiros   comem   e,   só   depois   de   verificar   que   está   tudo   em   ordem,   é   que   começa a comer. São   aves   rústicas   e   fáceis   de   criar,   excepto   num   ponto:   deixadas   soltas,   escondem   os ninhos   com   o   requinte   de   botar   os   ovos   em   camadas   e   ainda   cobertos   por   palha   ou outro material disponível. As    galinhas-d'angola    não    são    boas    mães,    raramente    entrando    no    choco.    Fazem posturas   conjuntas,   com   ninhadas   de   até   quarenta   ovos   dispostos   em   camadas.   Desta forma,   somente   os   ovos   de   cima   recebem   o   calor   da   ave   e   eclodem.   São   inquietas   e arrastam   os   pintos   para   zonas   húmidas,   podendo   comprometer   a   sobrevivência   deles. Em    criações    em    cativeiro,    é    recomendável    recolher    os    ovos    e    colocá-los    em incubadoras ou fazê-los chocar por uma galinha. A   galinha   de   Angola,   chamada   Etun   ou   Konkém   no   Candomblé;   ela   é   o   maior   símbolo de   individualização   e   representa   a   própria   iniciação. A   Etun   é   adoxu   (adosú),   ou   seja,   é feita   nos   mistérios   do   Orisá.   Ela   já   nasce   com   Esù,   por   isso   se   relaciona   com   o   começo e com o fim, com a vida e a morte, por isso está no Bori e no Asésê. Diante   das   exigências   primeiras   sob   a   insígnia   de   Esù,   o   "senhor   do   mercado",   os filhos-de-santo   se   inserem   definitivamente   em   um   sistema   de   obrigações   e   prestações, incorporando-se   à   estrutura   hierárquica   do   terreiro,   onde   deverá   realizar   o   bori,   ou   seja, a    "feitura    da    cabeça",    segundo    os    preceitos    da    vida    piedosa    de    uma    existência individualizada no candomblé, moldada pelos ritos iniciáticos. O   ritual   do   Orúko,   ou   dia-do-nome,   revela   a   público   a   reprodução   social   do   terreiro   pela adesão   de   novos   adeptos,   que   saem   do   recolhimento   no   runcó   catulados,   raspados, adoxados   e   com   o   corpo   coberto   de   pintinhas   brancas;   metaforicamente   renascidos, portanto,    como    galinhas-d'angola.    Considerada    um    "bicho    feito"    na    cosmologia    do candomblé,    a    galinha-d'angola    é    o    símbolo    focal    dos    ritos    de    iniciação,    elo    de comunicação direta entre os homens e os deuses, ideal de plenitude da vida. ITAN (lenda); A   Galinha   de   Angola   era   uma   ave   muito   feia   e   por   isso,   afastava   as   pessoas   de   perto de   si,   mesmo   sendo   muito   rica.   Ela   vivia   abandonada   em   uma   grande   floresta   em   meio a sua riqueza. Cansada    de    ser    desprezada,    resolveu    consultar    o    oráculo    sagrado    no    Palácio    de Obatalá.   Quando   lá   chegou,   o   Sacerdote   a   colocou   para   fora,   dizendo   que   ela   deveria estar   usando   um   Alá   branco   para   entrar   na   casa   do   Grande   Deus   Funfun.   Ainda   mais triste,   a   Galinha   de Angola   resolveu   ir   para   outra   floresta   e   de   uma   vez   por   todas,   deixar de conviver perto de tudo e todos. Após   21   dias   caminhando,   a   Galinha   de Angola   parou   em   uma   floresta,   sem   saber   que era   sagrada   (Igbodu).   Lá,   ela   encontrou   um   velho   maltrapilho   gemendo   de   dores.   Esse velho disse: “Pare!   estou   muito   doente   e   não   tenho   dinheiro   para   me   alimentar,   me   dê   o   que   comer e beber, por favor,”! A   Galinha   de Angola   pegou   tudo   o   que   tinha   e   deu   ao   velho   homem   que,   após   saciar   a sua   fome   e   sede,   caiu   dormindo   em   sono   profundo.   A   Galinha   de   Angola   continuou preocupada   com   o   velho   e   ficou   ao   seu   lado   enquanto   ele   dormia.   Ao   acordar,   o   velho perguntou-lhe,    porque    ainda    estava    lá,    fazendo    companhia    para    aquele    velho maltrapilho. A   Galinha   começou   a   dizer   que   não   poderia   abandoná-lo,   pois   ele   estava   precisando dela,   dize   sua   história   ao   velho,   falando   que   todos   lhe   achavam   feia,   com   um   aspecto repugnante e que não mais queria viver. O   Velho   respondeu   que   o   seu   exterior   não   importava   em   nada,   pois   por   dentro,   ele   era um   dos   seres   mais   belos   que   existia.   Disse   que   aquela   era   uma   floresta   sagrada   e   que na   verdade,   ele   era   Obatalá.   A   Galinha   de   Angola   ficou   surpresa   com   a   revelação, pedindo-lhe desculpas por entrar na floresta sagrada. Obatalá   pegou   Efun   e   começou   a   pintar   a   Galinha   de   Angola,   que   ficou   muito   bonita. Além   disso,   Obatalá   disse   que,   o   maior   símbolo   para   os   iniciados   era   o   Osù   e   modelou um   na   superfície   da   cabeça   da   Galinha   de   Angola,   dizendo   que,   a   partir   daquele momento,   ela   seria   o Animal   mais   Sagrado   do   Culto   aos   Òrìsàs,   pois   somente   ela,   traz o Grande Osù em sua cabeça. Essa   história   é   um   grande   ensinamento,   pois   mostra   que   não   podemos   julgar   ninguém por   sua   aparência,   mostra   que   não   devemos   jamais   negar   comida   e   bebida.   Nossa religião oferta, ajuda e acolhe, essa é mensagem que devemos guardar. Que nosso Pai Òsùmàrè Aràká continue olhando e abençoando todos. texto: Terreiro de Òsùmàrè OUTRO ITAN: COMO OSÀLÀ FEZ SURGIR A GALINHA D`AGOLA Há muito tempo, a Morte  (Iku) instalou-se numa cidade e dali não quis mais ir embora. A   mortandade   que   ela   provocava   era   sem   tamanho   e   todas   as   pessoas   do   lugar estavam   apavoradas.   A   cada   instante   tombava   mais   um   morto.   Para   a   Morte   não   fazia diferença   alguma   se   o   defunto   fosse   homem   ou   mulher,   se   o   falecido   fosse   velho, adulto   ou   criança.   A   população,   desesperada   e   impotente,   recorreu   a   Oxalá,   rogando- lhe que ajudasse o povo daquela infeliz cidade. Oxalá,   então,   mandou   que   fizessem   oferendas,   que   ofertassem   uma   galinha   preta   e   o pó   de   giz   Efum.   Fizeram   tudo   como   ordenava   Oxalá.   Com   o   Efum   pintaram   as   pontas das   penas   da   galinha   preta   e   em   seguida   a   soltaram   no   mercado.Quando   a   Morte   (Iku) viu   aquele   estranho   bicho,   assustou-se   e   imediatamente   foi-se   embora,   deixando   em paz   o   povo   daquela   cidade.   Foi   assim   que   Oxalá   fez   surgir   a   galinha-d’angola.   Desde então,   as   iaôs,   sacerdotisas   dos   orixás,   são   pintadas   como   ela   para   que   todos   se lembrem da sabedoria de Oxala e para espantar Ikú (morte)