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SIMPATIAS PARA A SORTE
Certas   práticas   persistem até      hoje,      catalogadas como    superstições,    não apenas    aqui    no    Brasil, mas    por    todo    o    mundo. Evitar    passar    sob    uma escada      é      tido      como perigoso      nos      Estados Unidos,   na   Argentina   ou em    países    da    Europa. Abrir     um     guarda-chuva dentro   de   casa   é   fonte   de   azar   em   inúmeras   nações   e   não se   trata   de   um   privilégio   nosso,   pois   nem   fomos   nós   os inventores desse útil instrumento. A   sexta-feira   treze   é   um   dia   particularmente   temido   por pessoas   no   mundo   todo,   indistintamente.   Os   letrados   e   os cientistas   afirmam   que   tudo   isso   é   pura   ignorância   e   que esses    fatos    não    têm    o    menor    sentido    nem    a    menor justificação ou explicação. Um   exemplo   interessante,   ultimamente   muito   comentado, é   o   do   nosso   técnico   Zagallo,   que   usa   o   número   13   como seu   amuleto,   já   que   este   não   lhe   dá   azar   algum.   E   as pessoas   que   negam   qualquer   força   extraordinária   desse número   falam   isso   bem   alto.   Não   percebem   a   estupidez que   cometem,   ao   admitir   que   o   número   13   não   dá   azar, mas    sorte.    Se    dá    sorte,    alguma    coisa    há    com    esse número, não concorda, amigo leitor? Essa   questão   é   sempre   muito   delicada   e   controvertida,   por isso   é   importante   observar   e   analisar,   pois   certas   coisas estão   além   do   conhecimento   das   pessoas   comuns   e   até de muitas que se dizem sábias. Passar    sob    uma    escada,    por    exemplo.    Pode    parecer ignorância   evitar   isso,   não   apenas   pela   precaução   de   se evitar   que   caia   uma   lata   de   tinta   na   cabeça   ou   um   martelo, mas   porque   certas   forças   e   certos   conhecimentos   estão envolvidos nesse ato aparentemente simples. Uma   escada,   apoiada   à   uma   parede,   forma   um   triângulo, tendo    o    chão    como    base.    O    triângulo    é    a    forma    da pirâmide.     Atravessar     o     triângulo     seria     atravessar     a pirâmide,   quebrando   seu   fluxo   de   energia   ou   recebendo uma    carga    inesperada    de    energia    que,    tanto    pode    ser positiva como negativa. O   número   treze,   tão   apreciado   pelo   técnico   Zagallo   e   tido como   um   número   de   sorte   para   ele   é   o   mesmo   número   de membros     da     Santa     Ceia.    Treze     degraus     tinham     as escadas   por   onde   subiam   os   condenados   à   forca.   Nas primeiras    menções    a    esse    instrumento    de    punição,    o condenado   subia   por   uma   escada   até   o   último   degrau.   Ali a    corda    era    presa    ao    seu    pescoço    e,    em    seguida,
empurravam-no para fora da escada. A     questão,     portanto,     não     é     explicar     a generalização     do     medo     da     escada     e     do número   treze,   ligando-a   à   forca   e   ao   temor   que ela    representava.    A    questão    mais    delicada ainda   é   tentar   descobrir   porque   essas   escadas eram   feitas   com   treze   degraus.   Por   que   não doze?    Por    que    não    apenas    dez?    Por    que exatamente    treze    degraus    entre    o    chão    e    a morte? Muita    gente    não    acredita    em    sorte    nem    em azar.     Mas     por     via     das     dúvidas     dão     três batidinhas    na    madeira,    quando    falam    isso. Outras,   mais   precavidas,   usam   as   Simpatias para se proteger. A SORTE Muita     gente     apenas     se     lembra     da     sorte, quando   enfrenta   uma   maré   de   azar.   É   quando passa   a   lamentar   o   que   tinha   e   perdeu.   Na realidade,   essa   é   a   sempre   constante   história da   sorte:   você   só   dá   falta   dela   quando   a   perde, sem   perceber   que   ela   passa   a   maior   parte   do tempo ao seu lado. Para     se     proteger     contra     esses     eventuais afastamentos   ou   escapadinhas   da   sorte,   você pode    lançar    mão    de    uma    porção    de    meios, mas    todos    acabam    sendo    englobados    por essas   práticas   milenares   chamadas   Simpatias, que    têm    acompanhado    o    homem    desde    os mais remotos tempos de sua existência. Alguns     estudiosos     afirmam,     com     absoluta convicção,    que    a    primeira    simpatia    tentada pelo    homem    foi    a    da    maçã,    no    Paraíso, sugerida   pela   serpente.   Bastaria   comer   a   fruta para   que   todo   o   conhecimento   se   abrisse   para Adão. A   afirmação   não   é   descabida   e   contém,   em   sua essência,    todos    os    ingredientes    necessários para   uma   simpatia,   desde   a   fé   nos   resultados, até    o    uso    de    um    elemento    canalizador    ou catalisador   da   mudança   desejada,   no   caso,   a maçã. Adão,   com   certeza,   não   contava   com   o   azar que   a   serpente   lhe   trouxe,   fazendo-o   perder toda     a     sorte     que     recebera     até     aquele momento.      Faltou-lhe,      quem      sabe,      uma Simpatia para a Sorte.