Contatos 11 3492-0169 11-5513-6064        11- 98255-6755 TODOS OS DIREITOS RESERVADOS VOLTAR PRÓXIMA HOME
    Ainda assim, na homeopatia encontra aplicações para tratamento de improdutividade, falta de disciplina e de motivação, fra-quezas, tonturas, depressão e outros males físicos, além de males espirituais em geral. Na medicina tradicional, seu uso aparece nos tratamentos do tétano, doenças no sistema digestivo, suor excessivo nas palmas das mãos e outros. O CHUMBO: Há mais de 3.000 anos antes de Cristo, o chumbo já era conhecido pelos gregos e pelos etruscos. Os egípcios o utilizaram para seus ornamentos. Os assírios usaram placas de chumbo para a construção dos Jardins Suspensos da Babilônia e os chineses cunharam moedas com esse metal. O chumbo também foi utilizado nos aquedutos romanos e foram encontrados ainda em bom estado, nas escavações feitas em Pompéia. Sendo fácil de ser trabalhado e resistente à corrosão e à prova d’água, o chumbo encontrou inúmeras aplicações ao longo do tempo, em todos os setores de atividade do homem. Sua mais importante participação da História da Humanidade foi na descoberta da imprensa, cujos tipos, feitos de chumbo, proporcionaram a publicação de livros, disseminando o conhecimento e o saber. É um metal que precisa ser usado com cautela, pois provoca riscos de envenenamento, acumulando-se no organismo, até levá-lo a um colapso. Na homeopatia é usado, altamente diluído, no tratamento de constipações intestinais, problemas de distrofia musculares, esclerose, depressão, delírio, angústia e fobias. O COBRE: Por muito tempo o cobre esteve presente nas cozinhas e nos lares, fazendo parte do cotidiano, nos utensílios domésticos em geral, principalmente panelas e materiais de cozinha. O advento de outros metais mais fáceis de limpar, como o aço inoxidável, o alumínio e descobertas como o teflon transformaram as velhas panelas de cobre em relíquias e enfeites. Para o homem, isso representou uma grande perda, pois esse metal é altamente energético, beneficiando o espírito e o corpo, principalmente os nervos. Por esse motivo, cozinheiros tradicionais ainda mantém como indispensáveis seus aparelhos de cozinha feitos de cobre, que hoje já não apresentam tanta dificuldade para sua limpeza, em decorrência dos inúmeros produtos, a maioria importados, indicados para isso. Na medicina popular, o cobre está presente em inúmeras simpatias, seja utilizando-se talismãs ou símbolos desse metal, seja usando moedas e outras peças. Essas simpatias abrangem receitas para tratamento de contusões, enfisemas, gripe, palpitações, uremia, problemas sexuais e outros. As plantas ricas em cobre aparecem igualmente em simpatias, recomendadas para tratamento de diversas deficiências, problemas de pressão, cérebro, sangue e outras tantas. O ESTANHO: Foram os romanos que, extraindo o minério das minas da Cornualha, na antiga Britânia, introduziram o uso do estanho na fabricação de utensílios de cozinha como pratos, canecas e jarras. Mais tarde, o mesmo metal passou a ser utilizado também na elaboração de enfeites, como castiçais, lampiões, além de ser usadas também na cunhagem de moedas. Contribuiu para a proliferação do uso do estanho os estudos dos que descobriram que esse metal tornava a comida mais digesta e de fácil absorção. Na medicina popular e nas simpatias o metal é usado para dores, para o fígado e benéfico à saúde de modo geral, desde que utilizado puro e não em compostos químicos que podem ser muito perigosos. O FERRO: A Idade do Ferro marcou uma nova época para a Humanidade, quando a descoberta desse metal proporcionou um avanço enorme em todos os setores de atividade, notadamente no dos utensílios agrícolas e no das guerras, já que esses dois aspectos estiveram presentes na vida do homem, desde que, passado o período glacial, ele deixou as cavernas e se deslocou para junto das florestas e dos rios, em busca de alimento. Do Ferro ao Aço, uma liga mais forte e mais resistente, foi um salto. Daí ao aço inoxidável foi um passo, revolucionando os utensílios em geral, substituindo definitivamente o estanho, o cobre e todos os outros metais. Para sua extração e uso, era necessária o emprego de altas temperaturas. A partir do século XV, os celtas revolucionaram o sistema de construção de fornalhas, aumentando o suprimento de ar e alcançando, com isso, temperaturas mais altíssimas, ideais para derreter o minério natural e produzir o ferro maleável. A importância do ferro para o ser humano pode ser medida na simples constatação de que o uso de panelas com esse metal tornavam a comida muito mais nutritiva, suplementando carências, beneficiando o sistema digestivo, melhorando o humor e aumentando o bem-estar. Na homeopatia seu uso é indicado para anemias, dores do pescoço, gases e outros males. Como grandes concentrações de ferro são originárias de meteoros caídos na Terra, o metal tem um poder enorme, quando relacionado à Astrologia, em simpatias específicas ou em talismãs e amuletos de grande força cósmica. O NÍQUEL: Muito embora o ferro-níquel já fosse usado muito antes da Idade do Bronze, somente a partir da segunda metade do século XVIII se conseguiu chegar ao processo para extração do níquel puro. Antes disso, 200 anos antes de Cristo, os chineses já cunhavam moedas contendo esse metal, que, da mesma forma que o ferro, tem sua origem no espaço, chegando à Terra em forma de meteoros ou de poeira cósmica. De grande emprego industrial, o níquel age no corpo humano principalmente no fígado, pâncreas e nos cabelos, conservando o tônus da pele, a juventude, a beleza, a cor natural dos cabelos e ao encanto pessoal ou carisma de cada um. O OURO: Sobre o ouro não é necessário que se diga muita coisa, pois sempre foi o metal nobre por excelência, e o mais valioso em todo o mundo. Esse valor excepcional desse metal vem da sua durabilidade, da dificuldade de localização e extração, de suas propriedades químicas e de suas aplicações. Pode durar milhares de anos, transformar-se numa lâmina com um mínimo de espessura ou num fio tão delicado como o tecido por uma aranha. Em todas as culturas onde foi localizado, esteve ligado à realeza e ao poder. Para os Alquimistas, era o final da busca, a perfeição desejada e sempre procurada. Seu uso na medicina é conhecido há milhares de anos, principalmente na homeopatia. É indicado para reumatismo, problemas dos olhos, depressão, medos, distúrbios sexuais, pressão, hérnia, paralisia e outras tantas doenças. Hoje é possível, numa boa fábrica ou distribuidora de semi-jóias, encontrar-se talismãs e amuletos para os mais diversos fins, chapeados ou folheados a ouro, tornando popular e acessível o uso desse importante metal na saúde popular, sem se mencionar o seu emprego em simpatias para os mais diversos fins. A PLATINA: O fato de ser conhecida como ouro branco já dá a exata dimensão do valor e da importância desse metal, cujo emprego e utilização é recente, embora já fosse conhecido e usado pelos povos colombianos há muito tempo. Em ligas com o ouro e com a prata torna esses materiais mais duros e menos maleáveis. Para sua fusão, necessita de alta temperatura para sua fusão e apresenta uma enorme resistência à corrosão. Na homeopatia tem sido empregada para controlar excessos na área sexual, antídoto contra envenenamento por chumbo, egocentrismo, mania de grandeza e outras. A PRATA: Este metal, da mesma forma que o outro, é conhecido e tem sido utilizado pelo homem deste os tempos pré-históricos. Está ligada à juventude do corpo, segundo os Alquimistas, e sofre uma influência enorme da Lua, o que faz com que as pessoas jovens sejam atraídas por esse metal e por esse astro. As pessoas nascidas sob a regência da Lua encontram nesse metal e nos amuletos e talismãs feitos com ele poderosos auxiliares para enfrentar todos os problemas com que se depararem ao longo da vida. Da mesma forma que o ouro, pode ser reduzida a uma lâmina finíssima ou ser esticada num fio de extremamente fino. Na homeopatia é indicada para falta de amor-próprio, insegurança, visão, diabetes, gastrite e outras. A ALQUIMIA: Muito já foi dito sobre a Alquimia e muito ainda se dirá, à medida em que ela ressurge e antigas práticas e experiências são retomadas. A explicação mais compreensível a respeito dela surge nessa obra de Zózimo, quando ele afirma: "Alquimia é a ciência que estuda o metal e suas aplicações à natureza material e espiritual do homem, buscando levá-lo ao equilíbrio, caminho inicial da perfeição." É o que veremos nos capítulos seguintes. A METALOTERAPIA O monge Basile Valentin, no século XV, ilustrou a Alquimia numa gravura, situando o equilíbrio existente entre a Terra e o Cosmos e a maneira como o homem se posiciona nesse contexto. A Juventude e tudo que é novo é representada pela Lua; a aturidade e tudo que é conservador, pelo Sol. Os Metais se distribuem ao longo desses dois tempos, demonstrando a harmonia que deve existir entre o homem e a natureza. Normalmente, considerando-se uma vida equilibrada, em contato com a natureza e com uma alimentação natural e rica, o homem estaria em equilíbrio, pois seu corpo evoluiria dentro da harmonia do próprio Cosmos, que flui de modo tão espontâneo e perfeito como a sucessão de noites e dias. Ao longo do tempo, porém, o homem desvirtuou sua presença na Terra, desequilibrando totalmente o seu relacionamento com ela. Com isso, após provocar profundos desvios e distúrbios ao redor e em si mesmo, ele se vê hoje carente do suprimento de energia que a natureza lhe proporcionaria. A ausência ou o excesso de metais tem provocado males que, neste período confuso de fim do milênio, têm sido explorados por seitas, religiões e espertalhões de toda sorte, pois a maioria deles apresenta reflexos muito mais de caráter espirituais do que materiais. Isso fica evidente, por exemplo, no uso indiscriminado das panelas de alumínio, muitas delas de baixa qualidade, além da proliferação das embalagens de alimentos que utilizam esse metal. O uso constante e prolongado acaba provocando fraqueza, tonturas, visões, depressão, mania de suicídio, problemas sexuais, tanto de impotência e frigidez quanto de excitação exagerada e outros males tidos, em sua maioria, como espirituais. Por outro lado, nesse descompasso entre pobres e ricos, em nosso país representado por um fosse enorme, já quase sem fundo, vemos de um lado pessoas usando bijuterias de alumínio, pintadas de amarelo, e, de outro, pessoas usando jóias pesadas de ouro, platina e jóias preciosas. Se o alumínio usado na bijuteria torna as pessoas humildes ainda mais oprimidas, as jóias de peso dão às pessoas poderosas uma sensação ainda maior de superioridade, tornando-as mais arrogantes e prepotentes em relação aos mais humildes. É sobre esse desequilíbrio, onde o aspecto físico tem um reflexo decisivo no plano espiritual, que a Alquimia sempre alertou a humanidade e no que jamais foi ouvida adequadamente, pois aos arrogantes e prepotentes sempre interessou manter seu poder sobre os mais fracos. É o bastante para se perceber porque por muito tempo a Alquimia foi difamada, desvirtuada e relacionada à magia negra, à feitiçaria satânica e à bruxaria das trevas. Neste guia sobre os poderes místicos dos metais, o que se pretende resgatar é o caráter humanitarista da Alquimia, preocupada com os destinos do homem e sua evolução espiritual, buscando, para isso, como ponto de partida, o equilíbrio físico, base de sustentação do espírito. Antigos ditados, como o célebre "mente sã em corpo são" não são apenas apologia do esporte ou da alimentação natural, mas o reflexo de um estado de espírito e de uma postura diante da vida voltada para a perfeição. Nesse aspecto, a fé e a crença assumem um papel preponderante mas, nesse final de milênio, os menos avisados têm sido bombardeados por uma verdadeira campanha permanente de marketing que visa atrair o máximo possível de fiéis para dar a sustentação financeira e a riqueza para uns poucos que não hesitam em usar o nome do Criador como instrumento de propaganda. O desequilíbrio espiritual do homem, resultado de sua desarmonia física em relação à natureza e ao cosmos, torna-o cheio de sintomas que os espertalhões, sabedores de sua natureza, exploram com curas ditas sobrenaturais e divinas. A harmonia, no entanto, está em conhecimentos simples, como esses que vimos até agora e os próximos, que serão acrescentados a seguir. Fazendo uma breve revisão de tudo que vimos até agora, temos o conhecimento dos símbolos (amuletos e talismãs) que são usados em Metaloterapia por seu poder místico, informações básicas sobre os metais e sua ação no corpo humano e, agora, pontos do corpo humano onde a ação de uma terapia determinada produz reações de equilíbrio entre o plano físico e o plano espiritual. Como vê, já temos importantes e poderosas informações. A FORÇA MÍSTICA DOS METAIS: Vamos acrescentar agora o mais importante dos conhecimentos da Metaloterapia, que é o uso de cada um dos metais já apresentados, na cura dos diversos males físicos e espirituais que desequilibram o ser humano. É importante, antes de qualquer aplicação, a correta seleção do metal e do ponto a ser aplicado a peça, que será a responsável pela canalização das energias da Terra e do Cosmos para o corpo, harmonizando-o. ALUMÍNIO Males Físicos: flatulência, úlceras do estômago e do duodeno, cálculos biliares, colites, enjôos, vômitos, urticária, pruridos, herpes, eczemas, nevralgias, dores nas pernas, suor excessivo, pressão baixa, depressão, cansaço físico, fraqueza, paralisia e doenças da boca e da garganta. Males Espirituais: submissão, docilidade exagerada, indiferença, escândalos, indisciplina, indolência, desânimo, depressão e tendências suicidas. CHUMBO Males Físicos: pele, dentes, cabelos, endurecimento nas mãos, dificuldade de respiração, inibição do crescimento, pedras na bexiga, rins e vesícula, arteriosclerose, cãibras, cólicas, ressecamento do corpo, distúrbios no apetite, abcessos e alcoolismo. Males Espirituais: angústia, preocupação, arrependimento, falta de energia e de entusiasmo, delírio, temores, descontrole emocional, sentimentos e emoções exageradas. COBRE Males Físicos: fraqueza, prevenção de doenças causadas por algas, fungos e germes, estimulante sexual, sangue, pernas e braços, circulação, varizes, hemorróidas, ulcerações nos membros, esclerose múltipla, subnutrição, distúrbios menstruais, fígado, palidez, infecções, contusões, enfisema, gripe, palpitações, hérnia, nevralgia, pele, olho, língua e bochechas. Males Espirituais: saudade, infelicidade, frieza, falta de hospitalidade, frio interior, tristeza, rejeição e cólera. ESTANHO Males Físicos: digestão, absorção de alimentos, fígado, língua, dentes, palidez, debilidade na voz, garganta, dor de cabeça, falta de ar, dores nas costas e artrite, Males Espirituais: falta de talento musical, medo da dor e do frio, falta de jovialidade, espírito belicoso, ansiedade, falta de amizades e desesperança. FERRO Males Físicos: falta de energia e disposição geral, anemia, retenção de urina, flatulência, dores no pescoço e males degenerativos. Males Espirituais: fraqueza espiritual, falta de combatividade, covardia, fala de entusiasmo e desejo de morte, NÍQUEL Males Físicos: fígado, pâncreas, cabelos, envelhecimento precoce, olhos, coração, cérebro, crescimento e desenvolvimento. Males Espirituais: perda da beleza, frigidez, impotência, incapacidade de amar, de dar e receber carinho. OURO Males Físicos: falta de vitalidade, nervos, frio excessivo, reumatismo, nevralgias, dor nos olhos, mau hálito, doenças venéreas, anemia profunda, dor de cabeça, doenças vasculares, sinusite, câncer, cistos, paralisia senil, tumores uterinos, pressão alta, hérnia e laringite, Males Espirituais: insucessos, fracassos, desânimo, falta de inspiração, insegurança, falta da autoridade, depressão profunda, perda do sentido da vida, perda da autoconfiança, complexo de inferioridade, medos exagerados, pesadelos e neurastenia. PLATINA Males Físicos: sexualidade precoce, menstruação, vaginismo, enjôos constantes, nevralgia facial, dor de cabeça, surdez, distúrbios sexuais e paralisia. Males Espirituais: histeria, ninfomania, orgulho, prepotência, auto-exaltação e irresponsabilidade. PRATA Males Físicos: envelhecimento precoce, frieza, olhos, flatulência, excesso de consumo de açúcar, metabolismo, membros, tosse, garganta, dor de cabeça no lado esquerdo, estômago, intestinos, cãibras no estômago e dor ao urinar. Males Espirituais: idéias ultrapassadas, talento oculto, desinteresse, indocilidade, insensibilidade, dependência, sensação de desamparo, distúrbios amorosos e de afetividade, medos e fobias diversas, falta de energia e de entusiasmo. ALQUIMIA CURATIVA Além das propriedades específicas de cada metal, a serem utilizadas na Metaloterapia, os nove metais relacionados têm propriedades específicas que precisam ser memorizadas para sua correta aplicação. Da mesma forma que os planetas lançam, do cosmos, suas influências sobre determinadas partes do corpo humano, da Terra os metais fazem o mesmo, influenciando e regendo o corpo. Estudos alquímicos e astrológicos definiram assim essa relação: Ferro: No plano físico, rege a cabeça e o sistema nervoso. É preciso ter em mente que, ao reger uma parte do corpo como a cabeça, estamos nos referindo a todos os órgãos que fazem parte dela, como cabelos, sobrancelhas, nariz, boca, olhos, ouvidos, cérebro, dentes, etc. No plano espiritual rege todo tipo de fraqueza e debilidade moral, de caráter, falta de iniciativa, coragem e alegria de viver. Cobre: No plano físico, rege as seguintes partes do corpo: pescoço, garganta, voz, vértebras cervicais e digestão. No plano espiritual, rege a felicidade, as manifestações de amor e carinho, a receptividade, a camaradagem, a alegria, a calma, a paz interior e a doação ao próximo. Platina: No plano físico, rege a pele, os ombros, brônquios e pulmões, além dos pulsos e dos cotovelos. No plano espiritual, a calma, a sexualidade, a responsabilidade, os sentimento de igualmente, fraternidade e a caridade. Prata: No plano físico, regente dos seios, estômago e ventre, incluindo o aparelho digestivo
   A FORÇA MÁGICA DOS METAIS O PODER MÍSTICO DOS METAIS O ALUMÍNIO: Há pouco mais de cem anos, o Imperador Napoleão III, da França, recepcionou o Rei do Sião utilizando seu mais valioso aparelho de jantar, feito de... alumínio, já que o de ouro era reservado a hóspedes menos ilustres. Isso dá uma idéia de como esse material é recente na história da tecnologia mundial, pois foi descoberto em 1809 e apenas a partir de 1886 se descobriu o processo de obtenção desse metal em escala industrial, barateando os custos de produção. Por ser um metal barato, ele se popularizou rapidamente, embora as restrições quanto ao seu uso ainda existam por parte dos modernos alquimistas e de nomes importantes ligados à área de alimentação. Segundo eles, o alumínio reage fortemente com os alimentos que estão sendo cozidos e há estudos sérios apontando um nível cancerígeno muito alto, nos resultados de testes feitos em laboratório.